Brick and mortar
O que é brick and mortar?
O termo brick and mortar, que em português seria traduzido como tijolo e argamassa (os materiais utilizados para a construção de lojas e armazéns), refere-se às empresas ou instituições que exercem suas atividades em instalações físicas, seja uma loja, uma fábrica, etc. É o oposto de uma loja ou empresa online (que opera apenas pela internet) que não possui loja nem local físico onde seja possível retirar os pedidos, as chamadas Pure play.
A meio caminho entre as empresas brick and mortar e as empresas 100% online ou pure play, encontram-se as empresas que operam sob o modelo brick and click. Nesse caso, é um modelo que mescla a tradicional venda física (brick) e o modelo de venda online (click).
Diferentemente desse conceito, os comércios Brick and mortar têm como única protagonista de sua oferta comercial a loja física. A isso se refere o seu nome (Brick significa tijolo e Mortar argamassa).
1. Os custos do brick and mortar
Como regra geral, a administração e gestão de um negócio pure play é mais econômica do que a de um que conte com uma localização física para prestar atendimento presencial aos clientes, isso porque existem menos despesas gerais a serem pagas.
O custo de manter uma loja física depende do próprio tamanho da loja, do tipo de negócio, da sua localização, etc. Para calcular os custos de tudo isso, deve-se levar em conta os custos básicos, que costumam ser:
– Aluguel ou imóvel: Se não houver uma localização física própria de onde vender, será gerado um custo de aluguel ou arrendamento.
– Taxas de licenças e alvarás: As lojas, sejam online ou físicas, acarretam o pagamento de taxas e a obtenção de alvarás, com o consequente custo que geram.
– Estoque inicial: É necessário abastecer-se de um inventário suficientemente amplo desde o dia da inauguração, para atender os clientes sem esperas.
– Sinalização e decoração: Deve ter cartazes externos e internos, além de investir em uma decoração que torne a loja atraente para os clientes.
– Serviços profissionais: São os custos com os próprios funcionários e profissionais externos cujos serviços sejam necessários: assessoria jurídica, contábil, suporte de TI, equipe de limpeza, etc.
– Publicidade: Para se tornar conhecido pelo público, será necessário realizar ações de marketing online e offline.
– Site e tecnologia: Mesmo no caso de uma loja sem comércio eletrônico, é necessário desenvolver uma presença online, tanto com um site próprio quanto nas redes sociais. Do mesmo modo, será necessário contar com equipamentos de informática em maior ou menor grau, como é o caso dos sistemas de ponto de venda.
– Seguros: É vital contar com um seguro que proteja contra imprevistos, tanto a nós quanto à própria loja e aos produtos que ela abriga.