Lei de Murphy: o que é, de onde vem e 20 leis que se cumprem no seu email marketing

A história real da frase mais famosa sobre o azar e o que ela ensina a quem envia emails

Jose Argudo , CMO @ Mailrelay

Você já clicou em “Enviar” e, um segundo depois, viu o erro de digitação no assunto? Não no rodapé, que ninguém lê. No assunto, que todo mundo lê.

Se isso já aconteceu com você, então você conhece a lei de Murphy por experiência própria.

Aquela ideia de que o universo espera o pior momento para aprontar das suas: a torrada que cai com o lado da manteiga para baixo, a fila do supermercado que para justo quando você muda para ela ou o link quebrado que, entre todos os links do email, tinha que ser o do botão.

Neste artigo, contamos o que é a lei de Murphy, a história real por trás dela (tem foguetes, um chimpanzé e alguns sensores mal conectados) e as leis mais famosas da família.

Depois, vamos ao que interessa: 20 leis de Murphy do email marketing que se cumprem com uma pontualidade impressionante, cada uma com seu antídoto para que nesta sexta-feira não seja a sua vez.

O que é a lei de Murphy?

A lei de Murphy é um ditado popular que afirma que “se algo pode dar errado, vai dar errado”. Ela é usada para explicar, meio de brincadeira, por que as falhas parecem chegar sempre no pior momento possível.

Parece pessimista, mas sua origem é exatamente o contrário. Ela nasceu em um laboratório de engenharia como um alerta prático: se um erro é possível, mais cedo ou mais tarde alguém vai cometê-lo, então projete as coisas para que ele não possa acontecer. Murphy não era um pessimista. Era um engenheiro precavido.

Com os anos, a frase virou uma forma de rir do azar do dia a dia. E deu origem a centenas de “corolários” que seguem o mesmo padrão:

Versão da lei de MurphyO que significa
Se algo pode dar errado, vai dar erradoA versão clássica, a que todos conhecemos
Nada é tão fácil quanto pareceSempre aparece um problema que não estava no plano
Tudo leva mais tempo do que você imaginaSeus “cinco minutinhos” quase nunca são cinco minutos
Se há várias formas de fazer algo e uma delas termina em desastre, alguém vai escolhê-laA formulação original, a dos engenheiros
Se algo não pode dar errado, vai dar errado mesmo assimA versão para otimistas
Quando tudo parece estar indo bem, é porque você deixou passar alguma coisaA favorita de quem revisa campanhas

Como você pode ver, a lei de Murphy não é uma lei científica. É uma forma de ver o mundo que mistura humor, resignação e, quando bem usada, muita prevenção.

De onde vem a lei de Murphy? A história real

A história começa em 1949, em uma base aérea no deserto da Califórnia que hoje se chama Edwards.

Lá, a equipe do coronel e médico John Paul Stapp trabalhava no projeto MX981. Eles queriam saber quanta desaceleração o corpo humano conseguia suportar em um acidente e, para isso, lançavam um trenó impulsionado por foguetes sobre trilhos e o freavam bruscamente.

Primeiro, testavam com bonecos e chimpanzés. Depois, com o próprio Stapp, que chegou a subir no trenó ele mesmo.

O dia em que os sensores marcaram zero

Edward A. Murphy Jr., capitão e engenheiro da Força Aérea dos Estados Unidos, tinha projetado alguns sensores para medir a força exata que o passageiro do trenó sofria. Em um dos testes, os sensores marcaram zero. Nada. Nem um dado.

Ao revisá-los, descobriram o problema: alguns estavam conectados ao contrário. Murphy, irritado, culpou o técnico que os havia montado com uma frase que, segundo as testemunhas, soava mais ou menos assim: “Se existe alguma forma de fazer errado, ele vai encontrá-la”.

As versões não batem totalmente.

Segundo a que a Wikipédia registra, o conselho original de Murphy era este: se há duas ou mais formas de fazer algo e uma delas termina em catástrofe, alguém vai escolhê-la.

George E. Nichols, responsável pela qualidade no projeto, contou depois que a equipe resumiu a ideia como “se pode acontecer, vai acontecer” e a batizou, meio de brincadeira, de “lei de Murphy”.

De piada interna a frase universal

Alguns meses depois, em uma coletiva de imprensa, Stapp disse que a segurança da equipe se devia ao fato de respeitarem a lei de Murphy: eles partiam do princípio de que qualquer falha possível acabaria acontecendo, então a evitavam antes de cada teste. Os jornalistas guardaram a frase, e ela começou a circular.

Nos anos 1950, ela já aparecia em boletins de mecânica aeronáutica. Mas a fama mundial veio em 1977, com o livro de Arthur Bloch Murphy’s Law and Other Reasons Why Things Go Wrong!, que reunia dezenas de corolários e virou um sucesso de vendas.

O desfecho veio em 2003, quando Stapp, Murphy e Nichols receberam o prêmio Ig Nobel de Engenharia “por (provavelmente) terem dado nome à lei”. O Ig Nobel premia pesquisas que primeiro fazem rir e depois fazem pensar. Difícil encontrar um prêmio que combine mais.

Linha do tempo de como nasceu a lei de Murphy, de De Morgan em 1866 ao prêmio Ig Nobel de 2003

Mas a ideia é mais antiga que o nome.

Em 1866, o matemático Augustus De Morgan já escrevia que tudo o que pode acontecer acabará acontecendo se for tentado vezes suficientes.

E, em 1908, o mágico Nevil Maskelyne reclamava que tudo tende a dar errado na primeira vez que um truque é feito em público. Murphy apenas deu nome a algo que qualquer pessoa que já trabalhou com o público já sabia.

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As leis de Murphy mais famosas (e suas primas)

A lei de Murphy tem uma família enorme. Algumas leis são corolários da original e outras são “primas” com nome próprio que nasceram em outras áreas. Aqui estão as mais conhecidas:

LeiO que diz
Lei da torradaA torrada sempre cai com o lado da manteiga para baixo
Lei da filaA outra fila sempre anda mais rápido, até você mudar para ela
Lei do último lugarO que você procura está sempre no último lugar em que você olha
Lei do guarda-chuvaSe você leva, não chove; se deixa em casa, cai um temporal
Lei de ParkinsonO trabalho se expande até ocupar todo o tempo disponível
Lei de HofstadterTudo leva mais tempo do que o previsto, mesmo levando em conta a lei de Hofstadter
Lei de FinagleSe algo pode dar errado, vai dar errado no pior momento possível
Lei de SodA versão britânica de Murphy, ainda mais pessimista
Princípio de PeterEm uma empresa, cada pessoa é promovida até atingir seu nível de incompetência

Algumas leis de Murphy têm mais ciência por trás do que parece. A da torrada, por exemplo.

A torrada que sempre cai com a manteiga para baixo

Em 1995, o físico britânico Robert Matthews publicou um artigo na revista European Journal of Physics com um título irresistível: “Tumbling toast, Murphy’s Law and the fundamental constants”. Sua conclusão era que a torrada não cai do lado errado por azar, mas por pura física.

Uma torrada que escorrega de uma mesa comum gira, mas não dá tempo de completar uma volta inteira antes de chegar ao chão. Então, se ela começa com a manteiga para cima, o mais provável é que aterrisse com a manteiga para baixo.

E por que as mesas têm essa altura? Porque são feitas na medida das pessoas. Matthews relacionou a nossa estatura com as constantes da física, de modo que, segundo ele, a torrada cai do lado errado porque o universo é como é.

O trabalho lhe rendeu o Ig Nobel de Física em 1996. Seu conselho prático: se você vir a torrada caindo, dê um tapa nela para que gire mais rápido. Ou coma em uma mesa mais alta.

Animação de uma torrada que escorrega da mesa e cai com o lado da manteiga para baixo, a lei de Murphy mais famosa

Às vezes é preciso saber rir das falhas, mas é mais fácil quando são falhas dos outros. É verdade que dá a impressão de que, se algo pode dar errado, vai dar errado, e que a torrada sempre cai do lado que suja em cima do tapete mais delicado. Carma? Destino? Ou só uma sexta-feira ruim?

Jose Argudo, CMO da Mailrelay

A lei de Murphy também envia emails: dois casos reais

O email é terreno fértil para Murphy. É escrito às pressas, enviado com um clique e, depois que sai, não tem volta. Estes dois casos provam isso.

NHS, 2016: o “responder a todos” que derrubou um sistema de saúde

Em 14 de novembro de 2016, um prestador de serviços de TI do NHS, o sistema público de saúde britânico, enviou um email de teste para uma lista de distribuição. Por uma falha do novo sistema de email, a mensagem chegou a mais de 840.000 contas de funcionários na Inglaterra.

O que veio depois foi Murphy puro. Centenas de pessoas clicaram em “responder a todos” para pedir que fossem retiradas da lista, e cada resposta chegava de novo às 840.000 contas. Segundo a Digital Health, foram gerados cerca de 500 milhões de emails em 75 minutos, e houve atrasos no email durante horas. Uma lição de netiqueta que continua valendo: antes de clicar em “responder a todos”, pense se todos precisam ler você.

A lição: o problema não foi um email, mas uma lista mal configurada. Em uma campanha acontece o mesmo: escolher bem para quem você envia importa tanto quanto o que você envia.

HBO Max, 2021: “Sim, foi o estagiário”

Em junho de 2021, muitos assinantes da HBO Max receberam um email com o assunto “Integration Test Email #1”. Dentro, dizia apenas que aquele modelo era usado para testes internos. Era um email de teste que nunca deveria ter saído do departamento técnico.

A reação da marca foi o melhor de tudo. Ela publicou uma mensagem nas redes pedindo desculpas e explicando, com humor, que tinha sido o estagiário, e que o estavam ajudando a superar. Milhares de pessoas responderam contando seus próprios desastres no trabalho para animá-lo. Um erro de envio virou uma das conversas mais simpáticas do ano.

Como você pode ver, a lei de Murphy não perdoa nem as grandes marcas. Mas um erro bem administrado pode acabar jogando a seu favor, e falamos disso mais abaixo.

20 leis de Murphy do email marketing (e seu antídoto)

Aqui estão as 20 leis que mais se cumprem quando você prepara uma campanha. Nós as agrupamos em quatro momentos: escrever, criar o design, enviar e medir. Cada uma vem com seu antídoto, porque rir é bom, mas não passar por isso é melhor ainda.

Leis de Murphy ao escrever o email

A lei de Murphy começa a trabalhar antes de você abrir o editor. Estas cinco atacam o texto.

Lei 1. O erro de digitação nunca está no rodapé: está no assunto.

Você pode revisar o corpo dez vezes, que o erro vai se esconder nas cinco palavras que todo mundo lê.

Antídoto: leia o assunto do email e o preheader em voz alta antes de enviar. O ouvido pega o que o olho deixa passar.

Lei 2. O “Olá, [Nome]” sem preencher chega justamente para o seu melhor cliente.

O contato que está sem nome na base de dados é sempre o que mais importa para você.

Antídoto: dê a cada variável dinâmica um valor padrão, como um simples “Olá”, caso o campo esteja vazio.

Lei 3. Quanto mais tempo você passa no assunto, menos ele é aberto.

Duas horas lapidando uma frase brilhante, e quem ganha é o assunto simples que você escreveu em um minuto.

Antídoto: não decida você. Faça um teste A/B com dois assuntos e deixe os dados falarem.

Lei 4. O preço que muda na última hora só é alterado em um lugar.

Você corrige no texto, e o antigo continua no botão, na imagem ou na landing page.

Antídoto: quando mudar um valor, procure-o em todo o email e na página de destino.

Lei 5. O email que você escreve com raiva é enviado; o que você escreve com calma fica nos rascunhos.

Esta se cumpre mais no email pessoal do que nas campanhas, mas se cumpre.

Antídoto: ative o “Cancelar envio” no Gmail, que dá até 30 segundos para você se arrepender. E, para os emails delicados, programe o envio e leia de novo tomando um café.

Leis de Murphy ao criar o design do email

Aqui a lei de Murphy se alia às telas, aos programas de email e ao modo escuro.

Lei 6. O email fica perfeito na sua tela e quebrado no celular do seu chefe.

Você revisa em um monitor de 27 polegadas, e seu chefe abre no celular, no metrô. E se, além disso, a fonte escolhida for Comic Sans, Murphy já ganhou o dia.

Antídoto: use um design responsivo e envie um teste para você mesmo para abrir também no celular.

Lei 7. A imagem mais importante é a que o leitor não vê.

Há programas de email que não carregam as imagens até o leitor permitir. E, se a sua oferta está dentro da imagem, ela não existe.

Antídoto: escreva o mais importante em texto e adicione um texto alternativo a cada imagem.

Lei 8. O botão que ninguém encontra é o que leva à oferta.

Você coloca cinco links, três botões e uma imagem com link, e o leitor não sabe onde clicar.

Antídoto: um objetivo por email e uma chamada para ação bem visível.

Lei 9. O modo escuro transforma seu logo em um buraco negro.

O logo preto sobre fundo transparente desaparece assim que o leitor ativa o modo escuro.

Antídoto: use uma versão do logo com contorno ou com fundo próprio e revise o teste também no modo escuro.

Lei 10. O Gmail corta o email logo antes do botão.

Se o código da mensagem passa de 102 KB, o Gmail corta e mostra “Exibir mensagem inteira”. E o que fica embaixo costuma ser, claro, a chamada para ação.

Antídoto: emails leves e com as medidas adequadas, sem código sobrando.

Infográfico com seis leis de Murphy do email marketing, do erro de digitação no assunto à lista errada

Leis de Murphy ao enviar

O momento do clique é o favorito da lei de Murphy. Um segundo de pressa e já não tem volta.

Lei 11. O link quebrado é sempre o do botão principal.

Pode haver doze links certos e um errado. Adivinhe qual.

Antídoto: no email de teste, clique em todos os links, um por um. Sim, em todos.

Lei 12. Se você tem duas listas com nomes parecidos, escolhe a errada.

“Clientes 2025” e “Clientes 2025 v2” são um convite para Murphy.

Antídoto: dê nomes claros às suas listas de email e trabalhe com segmentos em vez de duplicar grupos.

Lei 13. O anexo que você menciona no texto é justamente o que você esquece de anexar.

“Segue em anexo o orçamento”, e o orçamento fica na sua área de trabalho.

Antídoto: nas suas campanhas, coloque o arquivo em uma página e inclua o link em vez de anexá-lo. No email pessoal, anexe o arquivo antes de escrever.

Lei 14. O email programado para segunda de manhã sai no domingo à noite.

A culpa costuma ser do fuso horário da conta ou de um AM/PM mal escolhido.

Antídoto: confira o fuso horário antes de programar e verifique a data e a hora no resumo do envio.

Lei 15. Sua melhor newsletter coincide com o dia em que ninguém lê email.

Feriado, feriadão, final de campeonato ou o dia do apagão.

Antídoto: consulte um calendário de marketing e teste dias diferentes com a sua própria lista antes de definir uma frequência de envio.

Leis de Murphy ao medir os resultados

E, quando você acha que o pior já passou, a lei de Murphy dá uma passada nas suas estatísticas.

Lei 16. Você olha as estatísticas justamente quando as aberturas ainda não chegaram.

Você envia às 10h, olha às 10h05 e fica deprimido.

Antídoto: espere pelo menos 24 ou 48 horas antes de tirar conclusões sobre a sua taxa de abertura.

Lei 17. Quem mais reclama de receber sua newsletter é quem nunca se inscreveu.

Alguém digitou o próprio endereço errado, outra pessoa o usou, e agora recebe emails que não pediu.

Antídoto: o double opt-in confirma que o email é mesmo de quem diz ser.

Lei 18. O email que vai para o spam é justamente aquele que você não podia perder.

A newsletter de sempre chega bem, mas a do lançamento acaba na pasta de spam.

Antídoto: configure SPF, DKIM e DMARC no seu domínio e cuide da sua entregabilidade o ano todo, não só no dia importante.

Lei 19. Os descadastros disparam no dia em que seu chefe olha o relatório.

Um mês tranquilo e, de repente, um pico de descadastros justo no dia da reunião.

Antídoto: acompanhe a taxa de descadastro toda semana e, se ela subir, revise também sua frequência e seus segmentos.

Lei 20. No dia em que tudo sai perfeito, não tem ninguém olhando.

Assunto brilhante, zero erros de digitação, aberturas recorde… e sua equipe está de férias.

Antídoto: anote. Guarde o que funcionou para repetir e comemore os acertos tanto quanto lamenta as falhas.

Deixe Murphy sem trabalho

Envios de teste, testes A/B e segmentos, também na conta gratuita.

Como vencer Murphy antes de clicar em “Enviar”

A lei de Murphy não pode ser revogada, mas dá para deixá-la sem trabalho. A própria história da lei mostra isso: a equipe de Stapp não tinha acidentes porque partia do princípio de que tudo podia falhar e verificava antes de cada teste. Aplique o mesmo às suas campanhas com esta lista de 8 passos:

  1. Leia o assunto e o preheader em voz alta. Se soarem estranhos, é porque são.
  2. Revise as variáveis e seu valor padrão. Que ninguém receba um “Olá, ,”.
  3. Confira a lista ou o segmento de destino. Duas vezes, e com calma.
  4. Envie um teste para você mesmo e abra no celular e no computador. Com modo escuro incluído.
  5. Clique em todos os links do email de teste. Inclusive no do logo.
  6. Veja o peso do email e como ele aparece sem imagens. O Gmail corta o que passa de 102 KB.
  7. Revise a data, a hora e o fuso horário do envio. Principalmente se você for programá-lo.
  8. Peça para outra pessoa ler. Olhos novos veem em um minuto o que você não vê em uma hora.
Lista de 8 verificações antes de clicar em Enviar para que a lei de Murphy não se cumpra nos seus emails

Esta lista não vai levar mais de dez minutos. E vai poupar você da maioria das dores de cabeça desta seção: a lei de Murphy quase sempre se cumpre por causa da pressa.

E se a lei de Murphy já se cumpriu? O que fazer quando um email sai com um erro

Respire. Já aconteceu com a HBO Max, com o NHS e com todos nós que já enviamos uma newsletter. O que faz a diferença não é o erro, mas como você reage. Aqui está um guia rápido de acordo com a gravidade:

ErroGravidadeO que fazer
Erro de digitação no texto ou no assuntoBaixaNada. Corrigir com outro email chama mais atenção do que o erro
Imagem que não carrega ou design desalinhadoBaixaCorrija para o próximo envio e verifique o modelo
Variável sem preencher (“Olá, [Nome]”)MédiaSe afeta poucos contatos, nada; se afeta a lista inteira, um pedido de desculpas breve e com humor
Link quebrado no botão principalMédia-altaSe puder, redirecione essa URL para a página correta; se não, envie uma correção apenas para quem não clicou
Preço, data ou código de desconto erradosAltaErrata clara e rápida, e cumpra o que foi prometido se puder
Email enviado para a lista erradaAltaPeça desculpas a essa lista e explique o que aconteceu, sem esconder

Nos erros graves, um email breve que reconheça a falha, explique o que aconteceu e conte como foi resolvido costuma funcionar melhor do que fingir que nada aconteceu. Você encontra ideias e modelos no nosso guia para pedir desculpas por escrito.

E, se o erro tiver graça, aproveite.

Um assunto como “Ok, a gente vacilou” ou “Murphy passou por aqui” pode despertar mais curiosidade do que a newsletter original.

Se você gosta de brincar com a linguagem, encontra ideias nos nossos jogos de palavras. Se quiser explorar esse caminho, no nosso artigo de emails engraçados há exemplos para se inspirar. Mas com um limite: se o erro prejudicou o cliente, primeiro a solução e depois a piada.

Como a Mailrelay ajuda você a não deixar Murphy levar a melhor

Na Mailrelay, não podemos prometer que a torrada vai cair do lado certo. Mas podemos ajudar você a fazer suas campanhas saírem como você planejou. Estas são as ferramentas que deixam Murphy sem trabalho:

  • Envios de teste para o seu email ou o da sua equipe, para revisar o email exatamente como o assinante vai vê-lo antes de enviá-lo à lista.
  • Editor com design responsivo e pré-visualização, para que o email fique bem no celular e no computador. Você pode salvar blocos e reutilizá-los, assim não repete trabalho nem erros.
  • Testes A/B para que quem decide o assunto sejam seus assinantes, e não a intuição.
  • Envios programados no horário que você quiser, com o fuso horário da sua conta.
  • Grupos e segmentos com nomes claros, para não confundir uma lista com outra.
  • Limpeza automática de bounces, que remove os endereços que não existem e cuida da sua entregabilidade.
  • Estatísticas de aberturas, cliques, descadastros e reclamações para ver o que funciona e o que não funciona.

Tudo isso está na conta gratuita, com até 80.000 emails por mês e 20.000 contatos, e com suporte humano em todos os planos. Se Murphy visitar você, alguém da nossa equipe vai ajudar a expulsá-lo. Você pode ver todos os planos na nossa página de preços.

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Conclusão: Murphy não é seu inimigo, é seu revisor

A lei de Murphy nasceu para que uma equipe de engenheiros não tivesse acidentes, não para lamentar o azar. Essa também é a melhor forma de usá-la no email marketing: partir do princípio de que algo pode falhar e verificar antes que falhe.

Então, da próxima vez que for clicar em “Enviar”, pense no capitão Murphy e nos seus sensores conectados ao contrário. Envie um teste para você mesmo, clique nos links e leia o assunto em voz alta. E se, mesmo assim, a lei de Murphy se cumprir e escapar um erro de digitação, ria um pouco. Mesmo que seja sexta-feira.

Perguntas frequentes sobre a lei de Murphy

Estas são as dúvidas mais comuns de quem procura a lei de Murphy no Google.

O que diz exatamente a lei de Murphy?

A lei de Murphy diz que “se algo pode dar errado, vai dar errado”. Sua formulação original, a dos engenheiros de 1949, era mais precisa: se há várias formas de fazer algo e uma delas termina em desastre, alguém vai escolhê-la.

Quem criou a lei de Murphy?

Ela é atribuída a Edward A. Murphy Jr., engenheiro da Força Aérea dos Estados Unidos, que disse a frase original em 1949 durante testes na base de Edwards (Califórnia). John Paul Stapp a tornou pública em uma coletiva de imprensa, e o livro de Arthur Bloch (1977) a transformou em um fenômeno mundial.

A lei de Murphy é real ou científica?

Não é uma lei científica. É um ditado bem-humorado que se baseia em um viés da nossa memória: lembramos muito melhor das vezes em que algo dá errado do que das vezes em que dá certo. Mesmo assim, alguns casos, como o da torrada que cai com o lado da manteiga para baixo, têm sim uma explicação física.

O que significa a lei de Murphy em Interestelar?

No filme Interestelar (2014), a filha do protagonista se chama Murph por causa da lei de Murphy. O pai explica a ela que a lei não significa que algo ruim vai acontecer, mas que tudo o que pode acontecer vai acabar acontecendo. É uma leitura mais otimista da mesma ideia.

O que é “A Lei de Milo Murphy”?

É uma série de animação da Disney lançada em 2016, criada pelos autores de Phineas e Ferb. Seu protagonista, Milo Murphy, vive sob a lei de Murphy: tudo ao seu redor dá errado, então ele está sempre preparado com uma mochila cheia de coisas para se virar. Como você pode ver, até os desenhos animados recomendam prevenir.

Jose Argudo, CMO da Mailrelay

Jose Argudo

CMO da Mailrelay. Escreve sobre email marketing, copywriting e conversão para pequenas empresas e empreendedores.

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